Jalapão – Dia 3 : Cachoeira do Formiga (um sonho!), Fervedouros (uau!) , Mumbuca terra do capim dourado

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Saímos às 9:30 da pousada direto pra Cacheira da Formiga. Chegamos 10:20. O primeiro olhar para esta cachoeira impressiona, marca. Nos primeiros minutos, somente queríamos apreciar o que víamos.
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Depois, começa a exploração. A água é morna, os mergulhos mostram a vida dos peixes e a areia fina e branca do fundo, a aproximação com a cachoeira te faz sentir a força e pressão da água mas mergulhando e nadando com vontade chegamos às pedras onde esta a queda da cachoeira e ali podemos subir. Em cima, a vista se mostra diferente e inúmeros minutos se passam nesta contemplação onde a corrente das águas ao mesmo tempo que massageiam as costas forçam seu corpo para a queda, mas as pedras rústicas em formatos perfeitos para sentar te protegem e garantem o conforto na posição.
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De volta ao poço de águas cristalinas, deixando a correnteza te levar em sentido oposto à cachoeira, você irá cair mum pequeno caminho onde você terá pé na areia fininha e irá caminhando alguns metros até encontrar uma outra saída da cachoeira.
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Depois de mais de 3 horas curtindo esta maravilha, Saimos às 13:45
Chegamos ao Fervedouro do Ceiça às 14:00.
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Eu nunca tinha escutado falar em Fervedouro na minha vida até chegar ao Jalapão. Do tamanho de uma piscina grande, redonda, e com ambiente exótico circulado por bananeiras, buritis e macacos. Olhando de cima, bem no centro há uma movimentação constante de água, muito similar à água fervendo mesmo. Quando você dá os primeiros passos na água, percebe que é ainda mais morna que do Formiga. A areia tão branca e fina quanto a cachoeira. Mas após uns 6 passos, de repente, você é sugado pela areia, como se fosse uma areia movediça dos filmes do Indiana Jones, mas esta aqui apenas te faz rir, e muito. Porque simplesmente a nascente da água tem uma pressão tão forte que não te deixa afundar. A areia se movimenta muito rápido e com o toque das mãos você sente essa velocidade. As pernas e os pés de adaptam rapidamente ao seu abraço constante. E então, quando você já se adapta, começam as brincadeiras. Um tenta afundar o outro e não consegue, exercícios mil e a alegria não acaba.
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O tempo de permanência ali deve ser de até 15 minutos. No entanto, como estávamos apenas nós e dois amigos que conhecemos na Formiga, pudemos permanecer 1 hora.
Saimos as 15:00.
Chegamos em Mumbuca as 15:10, com fome, pedimos almoço e a dona do Restaurante da Vila preparou um peixe caranha frito, ovo com gema laranja cor de sol, farinha de mandioca quebra dente, tomates e frango caipira + arroz e feijao.
Durante a espera, Ezequiel (rola bosta) trepava no pescoço do Hugo enquanto que outras 10 / 20 criancas gritavam por “ŌMI”, a maneira que encontravam para chamar atencao dos 3 homens: Mauricio, Hugo e Ozzy. Assitimos ao show de malabarismo das criancas no parquinho, o cachorro cupim e a farra das criancas brincando com a Zuppy.
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Conversamos, conversamos e nada. Resolvemos ir na loja de artenasato da loja original de capim dourado da dona Laurinda e com ela confirmamos a história que ouvimos ontem sobre a história da cidade. Ela é a neta da fundadora e criadora do artesanato Capim Dourado.
Ali compramos. E na volta matamos a fome com a comida que estava uma delicia.
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Saimos as 17:20 sentido ao encontro dos rios. 17:33 percebemos que estávamos perdidos. Retornamos. As 18:00 desistimos do encontro das águas pois chovia muito e no final da trilha nos deparamos com uma casa e ninguém atendeu e depois entendemos que era por ali a entrada, mas que estava fechada mesmo a passagem naquela hora.
Decidimos voltar direto pra Mateiros e ir pra Pousada. Foi bom porque a estrada estava horrível, depois de muita chuva, muito barro e conseguimos chegar na pousada logo ao anoitecer.
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Saímos pra comer um pastel com os amigos que fizemos hoje no Formiga e que nos acompanharam a tarde toda. Falamos sobre viagens passadas e futuras. Amanhã eles seguem viagem com a gente.
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