Lagoa Azul & Primavera do Leste MT com cachorro e crianças pequenas

De Barra do Garças até aqui foram poucas horas. Uma manhã, já que saímos depois do café e chegamos pro almoço. Comemos super bem numa tratoria recém inaugurada chamada Fiamma. Eles oferecem rodizio de massas! Pensa num Dimitri feliz. E dentre as massas também ofereciam carnes e saladas. Adoramos.

De lá seguimos pra lagoa azul e pra nossa decepção ja nao havia tempo hábil pra nadarmos. Somente contemplação. Resolvemos voltar no dia seguinte.

Nos hospedamos no hotel Agullon num padrão hotel 4 estrelas. Claro que não aceitavam a Zuppy mas foram muito gentis e ela dormiu na caminha dela bem na porta do hotel com a supervisão do recepcionista da noite que ficou com ela até as 6 da manhã.

Esta cidade de primavera do leste surpreende demais. O padrão das lojas, avenidas, casas é bem acima da média e difícil de encontrar pelo interior. E o melhor pra família foi o parquinho da cidade, que supera até mesmo os que encontramos nos EUA. Gigante, bem mantido, lotado de crianças, todo cercado com areia. As crianças adoraram e esse foi o programa até a noite.

A Zuppy como sempre foi a estrela do passeio.

Tomamos café reforçado e delicioso e com reserva feita pelo WhatsApp fomos às 9:00 para a fazenda (insta @lagoaazulpva). Negociamos pagar apenas por 2 adultos (100 reais cada e nos isentaram a taxa do Dimitri de 60 reais).

Passamos ali a manhã apenas nós com o guia que acompanha. Acabamos nem usando os equipamentos fornecidos (colete salva vidas e snorkel) pois a lagoa estava baixa e dava pé em boa parte e a agua é tao pura que mergulhar sem snorkel é tranquilo. Também ali não é um lugar para ver peixes pois tem bem poucos – ao menos nessa época de seca / início de agosto.

O maior sucesso dessa lagoa nem foi a cor, adoramos os “fervedouros” que não são quentes rs Na foto talvez dê pra ver umas manchas/bolas brancas de areia na lagoa e quando você pisa nessas partes o chão vai te sugando, como uma areia movediça mesmo. Enquanto tem outros lugares que ficam as nascentes que te empurram. O Dimitri amou, mergulhava, agarrava na perna do pai e se enfiava quase todo dentro da “terra”.

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